PPCI



 PPCI  /  PsPCI

Resultado de imagem para prevenção incendio png

Elaboramos e executamos o plano de prevenção de seu empreendimento!

 

Somos especializados na elaboração e execução de obras de engenharia contra incêndios.

 


 

  

  • Elaboração de PPCI / PsPCI:  Elaboramos o seu projeto de prevenção e proteção contra incêndio (PPCI / PSPCI), de acordo com as normas vigentes;

 

  • Encaminhamento e acompanhamento de PPCI / PsPCI: Atendimento personalizado, equipe destinada a encaminhar e acompanhar seu processo de ppci junto ao Corpo de Bombeiros até sua aprovação;

 

  • Atualização: Atualizamos seu PPCI e adequamos, de acordo com as normas técnicas vigentes;

 

  • Renovação de Alvará: Vistoria dos bombeiros após a aprovação do PPCI, elaboração, encaminhamento e acompanhamento;

 

  • Responsável técnico: Contamos com uma equipe especializada e habilitada;

 

  • Orientações técnicas e visitas técnicas: Consultoria e assessoria, nos dispomos a atender da melhor forma nossos clientes;

 

MAIS SERVIÇOS

 CLICK AQUI 




 

CONTATOS:

 

   Resultado de imagem para logo telefone  (51)  9 8245-3588  /  9 8329-5294 (Telefones e WhatsApp)   

 

      Resultado de imagem para logo email   E-MAIL: contato.rpc@hotmail.com
 

      Resultado de imagem para logo facebook    FACEBOOK:  https://www.facebook.com/rhodenprojetoseconstrucoes/ 
    

     Resultado de imagem para logo site   SITE :   http://www.rhodenprojetoseconstrucoes.com.br/ 

                                                                                                                                       


 

CLICK AQUI E ENVIE SUA MENSAGEM ONLINE!!!!!!!

 

 

Serviços na capital Porto Alegre e região metropolitana ( Cachoeirinha, Gravataí, Canoas, Esteio, Novo Hamburgo, 

Sapucaia do Sul, São Leopoldo, entre outras – CONSULTE ) , Serra e Litoral. 


 

 ATENÇÃO !  

 

UMA ÓTIMA NOTÍCIA PARA VOCÊ !

 

 

Aqui na RHODEN o seu PPCI é o mais ágil da região metropolitana

de Porto Alegre e ainda cobrimos qualquer orçamento!

 

Clientes 100% satisfeitos!


 




 

Tem o protocolo de seu PPCI?

 

CLIQUE AQUI E CONSULTE ONLINE AGORA

MESMO O ANDAMENTO DO SEU PPCI!

 






Resultado de imagem para NOTICIAS PNG

          click para mais notícias 

 



Hospitais sem alvará de incêndios só podem ser interditados

se houver iminente risco à vida, dizem Bombeiros

Resultado de imagem para hospitais

,

Apenas a ausência do documento relativo ao PPCI não provoca o fechamento das unidades de saúde

 

Mesmo com ausência do alvará  que valida o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI), hospitais só podem ser interditados havendo constatação de iminente risco à vida. Isso ocorre quando são descumpridas as cinco normas mínimas de prevenção: saídas de emergência desobstruídas, extintores de incêndio suficientes, sinalização adequada, iluminação de emergência e treinamento de pessoal, a chamada brigada de incêndio. Levantamento de GaúchaZH aponta que apenas três dos 36 hospitais de Porto Alegre têm alvará de combate a incêndios.

— Não se interdita apenas pela falta de documentação. Ausência de PPCI não é sinônimo de inexistência de prevenção instalada. Raras são as interdições, pois, para a gente fazer isso, tem de estar em vias de acontecer alguma coisa — pontua  o chefe da Divisão de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre, major Ederson Fioravante Lunardi.

incêndio no Fêmina é citado como exemplo de hospital sem PPCI, mas com plano de ação. Situação assim ameniza, mas não elimina os riscos, considera o oficial:

 

— Hospitais e asilos, que são locais com dificuldade de locomoção e retirada das pessoas, são problema. É claro que (o Fêmina) tinha alguma prevenção, porque a brigada de incêndio evacuou o prédio, e os bombeiros só precisaram combater o fogo. A retirada rápida das pessoas evitou tragédia maior. Mas isso serve de alerta — comenta.

O engenheiro civil Telmo Brentano, especializado em incêndios, explica que são importantes áreas de refúgio em hospitais: espaços isolados por uma porta corta-fogo com uma saída por escada. Ele alerta para os altos riscos de episódios como esse em uma casa de saúde:

— A maioria das pessoas em enfermaria necessita de apoio para se deslocar. Muitas estão inconscientes, como em uma UTI, e outras imobilizadas. Então, precisam de ajuda. E aí se faz a pergunta: será que há treinamento no hospital para uma situação de emergência? Será que os responsáveis têm treinamento periódico, sabem como agir, o que fazer em uma situação dessas? É tudo uma questão de gestão. (…) Mas aí entra um elemento importante que se chama fator humano, a negligência humana em tudo. Essa parte de incêndio, que é relativamente nova, sempre fica para o final — avalia. 

Legislação dificulta aplicação de multas

O major Lunardi reclama da subjetividade das leis que tratam do tema quando o assunto é multas. Ele diz que o Corpo de Bombeiros sente-se inseguro e que, por isso, nenhuma multa foi aplicada em Porto Alegre desde a sanção da Lei Kiss, em 2013. Mas isso vai mudar em 27 de junho, quando entra em vigor a resolução técnica nº 5 parte 6, garante. O documento estabelece procedimentos administrativos para fiscalização e aplicação das penalidades decorrentes do descumprimento. As penalizações previstas variam de R$ 1.465,17 a R$ 2.734,98. A opinião do oficial é partilhada pelo diretor da Escola de Engenharia da UFRGS, Luiz Carlos Pinto da Silva Filho :

— É preciso um decreto regulamentador, pois a aplicação das multas ficou em uma zona cinza — avalia.

O engenheiro civil Telmo Brentano afirma que a Lei Kiss ainda precisa de aperfeiçoamentos. Ele defende que já existe, no país, uma legislação avançada e que é a mais eficiente na prevenção contra incêndios:

— Eu sigo a legislação de São Paulo, que é a melhor do Brasil. Dezoito Estados já seguem. Aqui, no Rio Grande do Sul, estão reescrevendo a legislação da Kiss e tem muitas coisas que não estão em vigor. Bastaria aplicar a legislação de São Paulo, que está atualizadíssima, apenas com adaptações. Sempre penso que a legislação deveria ser mais pé no chão, mais objetiva. Mas a Lei Kiss já é um avanço em relação à anterior — defende. 

Crítico à falta de prevenção em edificações, Brentano alerta que a cultura no país precisa mudar: 

— Como muitos hospitais são antigos, os prédios devem sofrer adaptações. Só que elas são complicadas, porque não estavam previstas originalmente. Há falta de dinheiro, não existe gestão que impulsione, então o negócio vai se enrolando por anos até que seja resolvido. Se acontece um incêndio, aí todo mundo lembra que tem que fazer alguma coisa. O brasileiro não é proativo, não previne: ele reage.

Corpo de Bombeiros pretende intensificar a fiscalização, com forças-tarefas, algo que não acontece atualmente — nenhum trabalho de fiscalização nos hospitais foi feito recentemente. O major garante que efetivo há: em Porto Alegre, dos 250 bombeiros, 52 trabalham exclusivamente no setor de prevenção de incêndios.

 

Três formas para obter o alvará no RS: 

1 – Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros (CLCB)

Para edificações de até 200 metros quadrados. Proprietário precisa declarar existência de extintores e de brigada de incêndio, além de saídas, sinalização e iluminação de emergência. 

2 – Plano Simplificado de Proteção Contra Incêndio (PSPCI)

Exigido para prédios com até 750 metros quadrados. Proprietário também tem de declarar existência de extintores e de brigada de incêndio, além de saídas, sinalização e iluminação de emergência. Válido por 5 anos.

3 – Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI)

Para imóveis acima de 750 metros quadrados ou que ofereçam risco, como posto de combustíveis, é exigido o plano completo, chamado de PPCI. Alvará de hospital tem validade de cinco anos. Não havendo mudança estrutural, não há necessidade de elaboração de novo PPCI, apenas pedir a vistoria para renovação do alvará ao fim do período.

 

GaucháZH

12/03/19

 



 

Incêndio atinge parte de módulo da Penitenciária de Canoas

De acordo com a Susepe, cigarro aceso teria provocado o incêndio. Chamas foram controladas sem afetar funcionamento da casa prisional.

 

Foto: Leandro Rodrigues

Um incêndio atingiu na segunda-feira (26) parte do módulo dois da Penitenciária de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. De acordo com a Superintendências dos Serviços Penitenciários (Susepe), as chamas começaram em um depósito depois de um preso jogar um cigarro aceso. O incidente, no entanto, não afetou o funcionamento da casa prisional.

No final de semana, o Instituto Penal de Carazinho, no Norte do estado, também foi atingido por um incêndio. Por conta da situação, os presos deverão continuar abrigados na casa de parentes, uma vez que que o local não tem espaço para realocar os detentos.

Engenheiros da Susepe estiveram no prédio em Carazinho para avaliar os estragos provocados pelo incêndio iniciado na tarde de domingo (25). Em menos de 15 minutos o fogo destruiu praticamente toda a estrutura do albergue penal, que fica ao lado do presídio. Ninguém ficou ferido.

A autorização judicial para que os presos permaneçam na casa de parentes vale até a quarta-feira (28), dia no qual a direção da penitenciária esperar receber o laudo técnico da Susepe sobre a situação do prédio.

Nos últimos dias foram registrados incêndios também nos presídios de Osório, no Litoral Norte do estado, e em Dom Pedrito na Região da Campanha.

 

FONTE TEXTO: RBS TV

 



 

Incêndio atinge Instituto Penal do Presídio Estadual de Carazinho / RS

Segundo a Susepe, nenhum preso ou servidor ficou ferido. Os três alojamentos do instituto foram afetados.

 

 

 Um incêndio atingiu o Instituto Penal do Presídio Estadual de Carazinho, no Norte do Rio Grande do Sul, no início da tarde deste domingo (25). De acordo com a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), ninguém ficou ferido.

Segundo o diretor substituto do presídio, Éberson Tapia de Oliveira, o fogo teria começado por volta das 13h20, pouco antes dos presos irem para o banho de sol no pátio. Os três alojamentos do instituto foram afetados, um deles com menor gravidade.

“Quando eles estavam saindo se percebeu a presença de fumaça. Começou pouco, mas o fogo se espalhou logo porque tem muitos colchões no local”, afirma Oliveira.

Ainda não se sabe o que provocou o incêndio. As chamas já foram controladas pelos bombeiros. Falta decidir o que será feito com os presos que ocupavam os alojamentos afetados.

“Não tem como voltarem, os locais estão destruídos. Vamos decidir agora o que fazer”, explica o diretor substituto.

O Instituto Penal de Carazinho abriga 108 presos do regime semiaberto. Com o incêndio, o juiz responsável pela Vara de Execuções Criminais de Carazinho concedeu prisão domiciliar aos detentos, que foram liberados para passar esta noite em casa.

Cinquenta e sete deles, que não possuem trabalho externo, devem se apresentar às 9h desta segunda-feira (26). O restante, deverão se apresentar às 19h, após a jornada de trabalho.

Uma reunião marcada para a tarde de segunda-feira irá definir quais as medidas serão adotadas.

FONTE: G1 RS

 



 

CBMRS realiza reunião junto a Promotoria do Torcedor

 

 

Nessa quinta-feira (22), o Departamento de Segurança, Prevenção e Proteção contra Incêndio (DSPCI) esteve reunido com a Promotoria de Justiça Especializada do Torcedor para tratar de assuntos relevantes como possíveis ações integradas para implementação e fiscalização da segurança contra incêndio nos estádios. Também trataram sobre a atualização da Resolução Técnica específica para aquelas ocupações e o estabelecimento de procedimentos e padronização para emissão em âmbito estadual dos laudos técnicos de segurança e combate a incêndio e pânico, determinado pela Lei Federal nº 10.671/2003 (estatuto do torcedor).

Participaram da reunião o diretor do DSPCI, coronel Cesar Eduardo Bonfanti, o Chefe da Seção de Normatização, major Eduardo Estevam Camargo Rodrigues e o promotor de justiça, Sr. Ricardo Schinestsck Rodrigues, da Promotoria de Justiça Especializada do Torcedor.

 

TEXTO E FOTOS: CBMRS

 

 



 Tenentes da Turma Leões de Pedra

 

 

Na última segunda-feira (19), o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS), coronel Cleber Valinodo Pereira, acompanhado do diretor da Academia de Bombeiros Militares (ABM), tenente-coronel Lúcio Alex Ruzicki e dos novos Tenentes, formados na Turma Leão de Pedra, foram recepcionados em uma reunião-almoço no Palácio Piratini pelo excelentíssimo governador do Estado, senhor José Ivo Sartori e pela primeira-dama senhora Maria Helena Sartori, paraninfa da referida Turma.

Os Bombeiros Militares formaram-se no dia 02 de março, no ginásio do Sesc Protásio Alves.

 

TEXTO E FOTOS: CBMRS

 



Guarda-vidas Mirim em Porto Alegre

 

Neste sábado (10), aconteceu na Igreja Maranata, em Porto Alegre, mais uma edição do Projeto Guarda-vidas Mirim. Foram 120 crianças juntas de seus familiares, totalizando 258 pessoas.

Crianças com idade entre seis e 12 anos receberam orientações sobre os perigos no mar, significado das cores das bandeiras na beira da praia e os cuidados necessários para um banho seguro no mar, rios, lagoas, piscinas e todos os locais considerados balneáveis!

 

TEXTO E FOTOS: CBMRS

 



 

Suspensão de concurso – Capitão Bombeiro Militar

 

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) informa que, em decorrência do Processo de Inspeção Especial nº 321-02.00/18-3 instaurado pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, os concursos públicos para o Curso Superior de Polícia Militar (Edital DA/DRESA nº CSPM 01/2018) e Curso Superior de Bombeiro Militar (Edital DA/DRESA nº CSBM 01/2018) estão suspensos.

 

TEXTO E FOTOS: CBMRS

 

 



 

 

Reunião de Comando do Corpo de Bombeiros Militar

do Rio Grande do Sul

 

                               

 

Nos dias 26 e 27 de abril, em Santana do Livramento, aconteceu a 11ª reunião de Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS).

Dentre os assuntos tratados, pode-se destacar: a apresentação da proposta de estruturação do Departamento Administrativo (DA) do CBMRS, controle fiscal e execução dos Fundos Municipais de Reequipamento e Reaparelhamento de Bombeiros (Fumrebom), gestão de recursos e custeio dos Batalhão de Bombeiros Militar (BBMs), reforma da previdência, entre outros.

Estavam presentes na reunião o Comandante do CBMRS, Coronel Krukoski, o Sub Comandante, Tenente Coronel Maya, diretor do Departamento Administrativo, Tenente Coronel Burgel, chefes da Assessoria de Desenvolvimento Organizacional e da Assessoria Parlamentar, Comandantes da Academia de Bombeiros Militar, da Companhia Especial de Busca e Salvamento e dos 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º, 9º, 10º, 11º BBMs.

27/04/2017

Fonte: CBMRS

 



 

CBMRS lança força-tarefa para realizar vistorias em Porto Alegre / RS.

 

A previsão do Comando do Corpo de Bombeiros (CBB) é de atingir a meta estipulada em cerca de 10 dias.

O Corpo de Bombeiros Militar (CBM) constituiu uma força-tarefa para zerar o passivo de vistorias e diminuir os prazos para a concessão do Alvará de Prevenção e Proteção Contra Incêndio ( APPCI) em Porto Alegre. Os trabalhos iniciarão na terça-feira (04) e terão prosseguimento até que seja eliminada toda a demanda represada.

A previsão do Comando do Corpo de Bombeiros (CBB) é de atingir a meta estipulada em cerca de 10 dias. Para o tenente coronel Carlos Daniel Schultz Coelho, coordenador da força-tarefa, a iniciativa é fundamental para que se diminua também os prazos das análises de PPCI, reduzindo de forma significativa o prazo para a concessão de alvarás na capital. A previsão linear do CBM para todo Estado é de 60 dias. Para aquelas localidades onde o número de processos é muito elevado, a corporação planeja ações desse caráter?, explica.

Ao todo, 120 bombeiros atuarão em equipes, coordenadas por dez oficiais. O número de membros de cada equipe pode variar de acordo com as dimensões da estrutura vistoriada. As ações priorizarão o emprego do efetivo em vistorias de edificações em toda a capital, resultando na concessão em larga escala do APPCI ou da Notificação de Correção de Vistoria.

As notificações de correções decorrem de deficiências nas edificações e/ou nas medidas de segurança contra incêndio. Alguns dos exemplos mais comuns que motivam a sua expedição  são: extintores de incêndios com data de validade vencida, lacre rompido, despressurizados ou obstruídos; não compartimentação da edificação; sistema hidráulico (hidrantes) deficiente, irregularidade da central de gás; falta de certificado de treinamento de prevenção contra incêndio para pessoas que utilizam a edificação; falta de corrimão em escadas; rotas de saída de emergência obstruídas; e falta de laudos

Publicação:

Fonte: SSP

 



 

 

JUSTIÇA ESTADUAL INDEFERE PEDIDO DE LIMINAR REQUERIDO PELO SENGE RS CONTRA A LEI N.º 14.376/2013

 

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul proferiu despacho indeferindo a medida cautelar pleiteada pelo Sindicato dos Engenheiros – SENGE RS, que requeria a suspensão dos artigos da Lei Complementar n.º 14.376/2013, alterados pela Lei Complementar n.º 14.924/2016, e do Decreto Estadual n.º 53.280/2016, referentes ao Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros – CLCB, Plano Simplificado de Prevenção e Proteção Contra Incêndio – PSPCI, licença provisória, competência do Corpo de Bombeiros Militar e edificações existentes.

Na decisão, o magistrado ressalta que a alteração da Lei Complementar n.º 14.376/2013 ocorrida em setembro de 2016 buscou criar mecanismos que possibilitam a agilização do licenciamento das edificações no estado, entendendo não haver risco à segurança pública e referindo que as medidas de segurança contra incêndio continuam sendo exigidas. Afirma que o reforço na responsabilidade dos proprietários e responsáveis pelo uso dos prédios contribui, sem dúvida, para o atendimento mais efetivo das normas de segurança, concluindo que as alterações nos procedimentos de modo algum significam descaso ou negligência no que diz respeito à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

No despacho, o magistrado menciona também que as atividades de engenheiros, arquitetos e bombeiros se complementam, visto que a lei em nada alterou as atribuições dos responsáveis técnicos, que são previstas por legislação federal, e não extrapolou a competência constitucional do CBMRS. Foi ressaltado, ainda, que a fiscalização das medidas de segurança contra incêndio está diretamente relacionada ao poder de polícia do Corpo de Bombeiros Militar.

A decisão judicial veio reafirmar o compromisso do CBMRS com a redução dos prazos de emissão das licenças das edificações, contribuindo com o desenvolvimento social e econômico do Rio Grande do Sul, sem jamais descuidar da segurança dos cidadãos gaúchos.

FONTE: CBMRS

21 de março de 2017




 

Agilidade no atendimento dos Bombeiros

 

 

Jornal o Diário da Encosta da Serra divulga agilidade no serviço de atendimento das ocorrências, graças a nova tecnologia de um aplicativo já utilizado pela corporação em outros municípios.

O aplicativo funciona em tempo real, com auxílio de mapas que permitem agilidade e acompanhamento de pelotões e companhias próximas, facilitando assim, a agilidade para atender as ocorrências.

Para maiores informações, segue o link para a reportagem:

Fonte: http://www.odiario.net/noticia/13813/Atendimento-dos-bombeiros-esta-mais-agil

16/03/2017



 

 

COESPPCI emite nota à sociedade gaúcha sobre a aprovação da Lei Federal de Segurança contra Incêndio

 

No dia 15 de março de 2017, o Conselho Estadual de Prevenção e Proteção contra Incêndio (COESPPCI) reuniu-se extraordinariamente para discutir o impacto que o Projeto de Lei nº 2020/2007, aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 07 de março do corrente ano, trará para os licenciamentos das edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio Grande do Sul. Na ocasião, foi redigida pelo COESPPCI uma nota para esclarecimento da sociedade gaúcha.

Confira a nota da imprensa na íntegra no link abaixo:

NOTA IMPRENSA

FONTE:CBMRS

15 de março de 2017


 

 

NOTA DE ESCLARECIMENTOS

PPCI, PSPCI e CLCB

 
 
 

Em virtude de matérias publicadas na imprensa do Rio Grande do Sul e de informações imprecisas publicadas em órgãos de comunicação referentes à suspensão do recebimento de Planos de Prevenção e Proteção Contra Incêndios, o Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul presta os seguintes esclarecimentos:

1. A decisão de não mais receber os PPCIs até que seja regulamentada a matéria tem por objetivo único a proteção dos usuários que, sem dispor das regras a serem seguidas pela legislação, encontrará dificuldades na confecção dos novos PPCIs, gerando retrabalho tanto para os proprietários/responsáveis técnicos quanto para os profissionais do Corpo de Bombeiros Militar;

2. Não há qualquer vinculação entre a decisão do Comando de sustentar o recebimento de novos PPCIs até que a regulamentação seja publicada, uma decisão de cunho técnico e protetivo do Estado e da comunidade, e o processo de estruturação do CBMRS, processo esse que se encontra bem encaminhado junto ao Governo do estado;

3. O Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul refuta quaisquer vinculações entre tais matérias e assegura à comunidade Rio-Grandense que não há qualquer dissenso ou tensão entre o CBMRS e o Governo do estado no que se refere tanto as atividades de prevenção contra incêndios quanto ao processo de estruturação do novo Corpo de Bombeiros Militar.

 

Adriano Krukoski

Cel QOEM – Cmt do Corpo de Bombeiros.

 

FONTE:Texto e foto: comunicação Social do CCBM

 21 de outubro de 2016 

 




COMUNICADO IMPORTANTE

PPCI, PSPCI e CLCB


 

 

Tendo em vista a vigência da Lei Complementar nº 14.924, de 22 de setembro de 2016, que alterou a Lei Complementar nº 14.376 de 26 de dezembro de 2013, sem a publicação do Decreto Estadual que regulamentará as adequações ao novo texto legislativo de segurança contra incêndios nas edificações e áreas de risco no Estado do Rio Grande do Sul, informamos que a partir do dia 23 de outubro de 2016, o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) não aceitará protocolos de novos Planos de Prevenção e Proteção contra Incêndio (PPCI), Planos Simplificados de Prevenção de Incêndio (PSPCI) e Certificados de Licenciamento do Corpo de Bombeiros (CLCB).

Os protocolos para reanálise, vistoria e revistoria, bem como os demais serviços de análise e vistoria dos processos já protocolados permanecerão com sua atividade normal.

Também, protocolos de PPCI para eventos temporários poderão ainda ser realizados diretamente nas Seções de Prevenção de Incêndios ou Assessorias de Atividades Técnicas do CBMRS.

Após a publicação do Decreto Estadual, cuja proposta de texto já foi encaminhada pelo Conselho Estadual de Prevenção e Proteção contra Incêndios (COESPPCI) ao Governo do Estado para apreciação e assinatura, e a atualização das Resoluções Técnicas sobre os procedimentos de encaminhamento dos PPCI, PSPCI e CLCB de acordo com a nova legislação, retomaremos o recebimento dos novos processos.

 

 

FONTE:Texto e foto: comunicação Social do CCBM

 21 de outubro de 2016 

 



 

 Bento Gonçalves / RS recebe força-tarefa para agilizar primeira análise do PPCI 

 

Bombeiros de cinco municípios participam do mutirão até sexta-feira 

Bento Gonçalves recebe força-tarefa para agilizar primeira análise do PPCI Roni Rigon/Agencia RBS

 

Bento Gonçalves é a terceira cidade da Serra Gaúcha a receber uma força-tarefa que pretende diminuir ou zerar a fila de espera para a primeira análise dos Planos de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI). Desde segunda-feira, o município conta com o apoio de cinco profissionais com experiência no tema.

Conforme o titular do 5º Comando Regional de Bombeiros (5º CRB), tenente-coronel Cleber Valinodo Pereira, atualmente, a espera em Bento Gonçalves chega a 190 dias. A expectativa é reduzir este número para até 90 dias, meta estabelecida pelo Comando-Geral dos Bombeiros na Operação Contagem Regressiva. Os cinco bombeiros vieram de Gramado, Flores da Cunha, Caxias, Farroupilha e Canela devem reforçar os trabalhos até sexta-feira. Dependendo da demanda, os servidores podem permanecer até duas semanas na cidade.


— Nós entendemos que é inadmissível um profissional entrar com um projeto em janeiro e demorar seis meses para esse projeto ser aberto. Porém, temos o outro lado: a partir do momento que enviamos a notificação de correção, é importante que o profissional responsável corrija o problema o mais rápido possível e dê entrada novamente — reforça o tenente-coronel.

Segundo o comandante, a proposta é de que a primeira análise dos projetos fique dentro da meta até novembro. Após, muitos servidores são deslocados para atender operações e eventos de verão, como a Operação Golfinho e Natal Luz, e não podem integrar a força-tarefa.

— Nós não podemos entrar no período de férias com esses projetos atrasados, senão vai ser um acúmulo muito grande. Outra preocupação é que o Corpo de Bombeiros também não deseja travar a economia das cidades; pelo contrário, desejamos alavancar — reforça o titular do 5º CRB.

Em Caxias do Sul, em duas semanas de trabalho intensificado em junho, a espera havia caído de 180 para 95 dias. Atualmente, o prazo diminuiu ainda mais e chega a 78 dias. Para a fila de espera encolher, 10 bombeiros estiveram na cidade para reforçar as primeiras análises do PPCIs represados.

Farroupilha zerou a fila

Em Farroupilha, a força-tarefa zerou a fila para primeira análise dos PPCI¿s. Antes, o tempo de espera era maior que cinco meses, segundo o tenente Ailton Borges Bohm. O reforçou atuou na cidade entre 29 de agosto e 2 de setembro.

A operação contou com o apoio de cinco bombeiros vindos de Canela, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Vacaria e Flores da Cunha, além do efetivo de Farroupilha. Durante os cinco dias, 214 PPCI’s foram verificados e outros 80 foram reanalisados. Conforme o tenente, 75% dos documentos não foram aprovados na primeira análise. O tempo de readequação do projeto é de até 30 dias.

— A operação funciona porque uma cidade ajuda a outra e assim o nosso trabalho ganha agilidade — diz o tenente Ailton Borges Bohm.

 

Fonte:clicrbs

13/09/16

 



 

Familiares de vítimas contestam entrega de prédio da Boate KISS à empresa proprietária

 

Juiz determinou devolução do imóvel a empresa proprietária em Santa Maria.
Associação gostaria que o local fosse transformado em memorial.

 


A partir desta terça-feira (16), a Brigada Militar deixa de ser responsável pela segurança do prédio onde funcionava a Boate Kiss, em Santa Maria RS, na Região Central do Rio Grande do Sul. Na última sexta (12), a justiça determinou devolução do imóvel ao proprietário, que pretende construir um hotel no local. O incêndio na casa noturna, ocorrido em janeiro de 2013, causou 242 mortes.

No entanto, a Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes (AVTSM) não gostou da decisão do juiz Ulysses Fonseca Louzada, responsável pelo processo criminal relativo à tragédia.

A entidade gostaria que o local fosse desapropriado para dar lugar a uma espécie de memorial, proposta também sugerida pela Prefeitura de Santa Maria e Ministério Público.

A estrutura quase não sofreu alterações desde o incêndio. A fachada virou espaço de protesto e pedidos de justiça.

“Que dê esse espaço para os familiares e à sociedade de Santa Maria, para que se reflita qual é o valor da vida, só isso que a gente quer. A questão do memorial é mais longa, tem que ser discutida com Santa Maria”, diz o presidente da associação, Sérgio Silva.

O juiz também determinou que os pertences das vítimas que ainda estão dentro da boate sejam entregues aos familiares.

Em dezembro de 2014, o prédio passou por um processo de limpeza e descontaminação. Foram encontrados sapatos, roupas e outros objetos, que foram colocados em tonéis e deixados dentro do prédio porque continham elementos tóxicos, que são prejudiciais à saúde.

 

Incêndio na casa noturna ocorreu em janeiro de 2013
 

Com a decisão judicial, a segurança do prédio passa a ser responsabilidade da empresa dona do local. Desde o incêndio, a função estava a cargo da Brigada Militar. Policiais militares se revezavam 24 horas por dia para garantir que ninguém entrasse ou depredasse a boate.

“Eram cinco soldados que nós tínhamos que escalar nesse posto, diariamente. Isso vai representar uma viatura a mais em policiamento, em 12 horas”, explica o tenente da Brigada Militar, Richards Caetano. Os PMs e a viatura que ficavam no local serão deslocados para o policiamento ostensivo na cidade.

O advogado da empresa proprietária do prédio disse que a intenção é construir um hotel no local. Por enquanto o espaço deve ficar fechado, até que seja feita uma avaliação sobre as condições estruturais.

Os familiares lembram que, em Buenos Aires, a boate República Cromañon, que pegou fogo em 2004 e deixou 193 mortos, foi interditada e segue do mesmo jeito até hoje.

 

Entenda:
O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013. A tragédia matou 242 pessoas, sendo a maioria por asfixia, e deixou mais de 630 feridos. O fogo teve início durante uma apresentação da banda Gurizada Fandangueira e se espalhou rapidamente pela casa noturna, localizada na Rua dos Andradas, 1.925.

O local tinha capacidade para 691 pessoas, mas a suspeita é que mais de 800 estivessem no interior do estabelecimento. Os principais fatores que contribuíram para a tragédia, segundo a polícia, foram: o material empregado para isolamento acústico (espuma irregular), uso de sinalizador em ambiente fechado, saída única, indício de superlotação, falhas no extintor e exaustão de ar inadequada.

Ainda estão em andamento os processos criminais contra oito réus, sendo quatro por homicídio doloso (quando há intenção de matar) e tentativa de homicídio, e os outros quatro por falso testemunho e fraude processual. Os trabalhos estão sendo conduzidos pelo juiz Ulysses Fonseca Louzada.

Entre as pessoas que respondem por homicídio doloso, na modalidade de “dolo eventual”, estão os sócios da boate Kiss, Elissandro Spohr (Kiko) e Mauro Hoffmann, além de dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, o vocalista Marcelo de Jesus dos Santos e o funcionário Luciano Bonilha Leão. Os quatro chegaram a ser presos nos dias seguintes ao incêndio, mas a Justiça concedeu liberdade provisória a eles em maio de 2013.

Atualmente, o processo criminal ainda está em fase de instrução. Após ouvir mais de 100 pessoas arroladas como vítimas, a Justiça está em fase de recolher depoimentos das testemunhas. As testemunhas de acusação já foram ouvidas e agora são ouvidas as testemunhas de defesa. Os réus serão os últimos a falar. Quando essa fase for finalizada, Louzada deverá fazer a pronúncia, que é considerada uma etapa intermediária do processo.

Fonte: G1-Globo

16/08/2016

 


  

Incêndio destrói casa no bairro Vergueiros, em Caxias do Sul – RS

 

  Residência de madeira ficou completamente destruída. 

 

Incêndio destrói casa no bairro Vergueiros, em Caxias Diogo Sallaberry / Agência RBS/Agência RBS

 

 Um incêndio de causas ainda desconhecidas destruiu completamente uma casa na Rua da Felicidade, bairro Vergueiros, em Caxias do Sul, na tarde desta segunda-feira. A dona da casa, Dolores Capitânio, que mora sozinha, estava estendendo roupas no terreno e conversando com o filho, Eduardo Capitânio, quando ambos ouviram um estouro, por volta de 13h30min. Ao olhar para a residência, viram que o telhado já estava tomado pelo fogo e só puderam retirar os dois cachorros que estavam em suas casinhas, bem próximo à casa.

— Minhas roupas, meus documentos, os remédios que eu tomo pra depressão. Perdi tudo, porque não deu pra entrar na casa. Só consegui ir até a porta, mas tinha muito fogo — conta Dolores, que recebia o consolo de familiares na casa de uma irmã, próxima ao terreno. 

Da casa de Dolores, que era de madeira e foi construída pelos familiares, não sobrou nada. Os bombeiros foram chamados e combateram o fogo, impedindo que pudesse se espalhar para outras moradias próximas, que chegaram a ter madeiras chamuscadas. Cinco crianças que brincavam no terreno, todas da família de Dolores, foram levadas para dentro de outras casas e não se feriram, nem inalaram fumaça. Eduardo Capitânio considera que o fogo pode ter sido provocado por falha na rede elétrica, que é regularizada, ou por alguma brasa caída do fogão, que estava aceso.

 — Foi um sacrifício pra poder dar essa casa pra minha mãe morar. Ela está desempregada, eu também estou. Toda a ajuda com material nesse momento é bem-vinda. A mão de obra somos nós mesmos — diz o filho.

Felizmente ninguém se feriu.

Interessados em ajudar a família podem entrar em contato pelo telefone (54) 9119.4431, com Eduardo. 

 

Fonte: Clicrbs

15/08/2015

 


  

Homem fica ferido e mais de 500 aves morrem

em incêndio no RS.

 

Fogo teria iniciado no sistema de aquecimento do aviário, diz Bombeiros.

Homem teria queimado parte de uma das mãos ao tentar apagar fogo

Incêndio teria iniciado por sistema de aquecimento do aviário (Foto: Carlos Dickow, divulgação/Folha do Mate)

Um homem de 60 anos ficou ferido e mais de 500 aves morreram em um incêndio nesta sexta-feira (12) em um aviário, no interior de Venâncio Aires, no Vale do Rio Pardo, no interior do Rio Grande do Sul. Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo começou por volta do meio-dia e teria iniciado no sistema de aquecimento do aviário.

Chamas destruiram parte da cobertura de estrutura (Foto: Carlos Dickow, divulgação/Folha do Mate)

Chamas destruiram parte da cobertura de estrutura

 

O fogo consumiu cerca de 40 metros quadrados do espaço de um espaço de mil metros quadrados. Além das aves, perdeu-se bebedouros e 230 quilos de ração.

O homem, que é proprietário do aviário, teria queimado parte de uma das mãos ao tentar controlar o fogo, mas ficou levemente ferido.

A propriedade rural fica em Linha Andréas, distante 32 quilômetros do centro da Venâncio Aires.

Fonte: G1-GLOBO

12/08/2016



Juiz determina a devolução do prédio da Boate KISS à empresa proprietária no RS

Decisão é do juiz Ulysses Louzada, responsável pelo processo criminal.
Imóvel estava interditado devido a um pedido de reconstituição da tragédia.

 

Mais de três anos após um incêndio causar 242 mortes, o prédio onde funcionava a Boate Kiss em Santa Maria terá de ser devolvido à empresa Eccon Empreendimentos de Turismo e Hotelaria, proprietária do imóvel. A decisão é do juiz Ulysses Fonseca Louzada, responsável pelo processo criminal relativo à tragédia ocorrida em janeiro de 2013 na cidade da Região Central do Rio Grande do Sul.

“Determino a imediata liberação do prédio onde funcionava a Boate Kiss, que ficará a cargo e responsabilidade de sua proprietária, ora requerente”, diz o despacho da última quarta-feira (10) assinado pelo magistrado, que estipulou um prazo de cinco dias para que a Brigada Militar deixe de fazer a segurança do local. “Após o prazo, a segurança ficará a cargo da proprietária.”

Alguns pertences de vítimas do incêndio ficaram dentro do prédio. Em relação a estes bens, Louzada determinou que sejam levados a uma delegacia de polícia, e que a Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) seja notificada para que familiares possam ir buscar os objetos.

O prédio havia sido interditado pela Justiça devido a um pedido de reconstituição do incêndio. Em dezembro do ano passado, a construção passou por uma limpeza devido ao risco de que ainda houvesse substâncias tóxicas decorrentes da queima da espuma no teto da casa noturna, o que foi responsável pela maioria das mortes. 

Fonte: G1-Globo

12/08/2016

 



 

Bombeiros recebem 5 cães no Vale do Rio Pardo para ajudar em buscas

 

Região registra com frequência ocorrências de pessoas desaparecidas. 

Animais são adestrados para atuar em áreas rurais e até debaixo d’água.

 


O 6º Comando Regional dos Bombeiros em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, Rio Grande do Sul, recebeu cinco cães nesta quarta-feira (10). Os animais são adestrados e vão auxiliar na busca e no salvamento de pessoas em áreas rurais, de mata fechada e até mesmo embaixo d’água.

 

Cães chegaram na quarta-feira ao comando em Santa Cruz do Sul, RS (Foto: Reprodução/RBS TV)

Cães chegaram na quarta-feira ao comando em Santa Cruz do Sul, RS

Cães são treinados para ajudar na busca a desaparecidos (Foto: Reprodução/RBS TV)

Cães são treinados para ajudar na busca a desaparecidos 

 

Um canil foi construído na sede do batalhão para abrigar Aquiles, Argos, Aurora, Lana e Laion. Os cães são treinados conforme a realidade da Região dos Vales, que registra frequentemente ocorrências de pessoas desaparecidas em lugares de difícil acesso.

Durante as operações, os animais vão sinalizar as descobertas pelo latido.

Segundo o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros do Vale do Rio Pardo, Cesar Bonfanti, até então era preciso solicitar cães para o Corpo de Bombeiros de Porto Alegre, principalmente nos casos envolvendo pessoas desaparecidas.

“A partir de agora, nós já vamos contar com um cão que já está em fase final de treinamento, e os outros estão começando esse processo, que demora entre um e um ano e meio”, informou Bonfanti.

Os bombeiros da cidade ainda aguardam a certificação da Comissão do Comando do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul e do Conselho Nacional da Corporação.


 

Fonte: GI-GLOBO

11/08/2016



 

 

 BBM realiza treinamento com utilização de PA 

 

Na terça-feira (09/08), Bombeiros Militares da Seção de Combate a Incêndio da Assunção realizaram  um  treinamento utilizando equipamentos de proteção respiratória (PA).

O treinamento   tinha   como   principal   objetivo   fazer   com   que   os     Bombeiros   Militares aprimorassem a  importância do  trabalho  em  equipe, conhecessem  melhor o material, proporcionando melhores condições  de  trabalho para cumprimento das missões diárias do Corpo de Bombeiros.

As atividades foram coordenadas pelo Major Moraes, Comandante da 2ª Cia do 1º BBM,  1º Sargento Vieira, Major Zaniol Comandante da 1ª Cia do  1°  BBM.

O Comandante  do  1º Batalhão de Bombeiros Militares, Tenente Coronel Canto, também se fez presente no treinamento.

 

              
     

   Texto : 1º BBM
Adaptação de Texto: Comunicação Social do CBMRS

 

Fonte: CBMRS

11/08/2016

 



 

 

2ª Companhia do 3º Batalhão de Bombeiros Militares

recebe novos capacetes

Nesta segunda-feira (08/08), foi realizada na sede da 2ª Companhia do 3º Batalhão de Bombeiros Militarares, uma formatura onde foram entregues 45 capacetes de bombeiro, adquiridos com verba do FUMBOM e entregues à guarnição de serviço no dia.

Participaram do ato de entrega o Capitão Madruga, Comandante do 1ºPel/2ªCiaBM/3ºBBM e Chefe da AAT/2ªCiaBM/3ºBBM, 1º Tenente Talayer, Cmt  do 2º PelBM/2ªCiaBM/3ºBBM, e o 1º Sgt Madruga, Auxiliar do B-4/2ªCiaBM/3ºBBM.

 

         Texto : 3º CRB

Adaptação de texto: Comunicação Social do CBMRS

Fonte: CBMRS

11/08/2016

 


  

PPCI DA EXPOINTER SEGUE IRREGULAR


A um mês do início da Expointer 2016, o Sindicato dos Engenheiros volta a alertar o Poder Público e a sociedade sobre as irregularidades que vêm sendo cometidas em relação ao Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI) do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio / RS. 

 

 

 

O Poder Público vem reiteradamente utilizando-se da contratação emergencial de maneira contrária aos ditames da Lei da Licitações, que autoriza esta modalidade apenas em situações específicas relacionadas na própria 8666. Além disso, conforme decisão do STJ, não pode ser considerada emergencial situação comumente criada pela desídia do Poder Público, ainda mais quando aplicada a um evento, no caso a Expointer, que ocorre todos os anos no mesmo local e período.

 

 



A irregularidade foi denunciada pelo SENGE no ano passado aos órgãos de fiscalização, e nesta terça-feira (26) mais subsídios foram levados à Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, órgão onde tramita o inquérito. Em reunião com a promotora Maria Lúcia Algarve, a advogada Karla Vitola, que presta assessoria jurídica ao SENGE, entregou mais documentos que comprovam a situação irregular da empresa contratada na edição passada da Expointer , que teve seu registro junto ao CREA negado por não ter como objeto a prestação de serviços de Engenharia, e sim de comércio varejista, o que impossibilita que atue no ramo de PPCIs. As informações foram obtidas através de fiscalização realizada pelo CREA e incluem itens referentes à qualidade do projeto apresentado, que não garante a segurança do Parque e dos visitantes.


Assim, o Sindicato dos Engenheiros reitera o alerta ao Governo do Estado, aos órgãos de fiscalização e a sociedade sobre os riscos que o descumprimento da legislação de prevenção de incêndios pode acarretar a todos, a exemplo de tragédias ocorridas recentemente e amplamente discutidas, bem como a necessidade de observar a capacidade técnica das empresas e profissionais contratados. 

 

FONTE: SENGE RS

26/07/16



 

 

Novo sistema para encaminhar PPCI começa a valer hoje!

 

Cadastramento de dados poderá ser feito pela internet com objetivo de agilizar processo

 

A partir desta segunda-feira (28), os Bombeiros colocam em prática um conjunto de ações para desburocratizar os processos para obtenção dos alvarás de planos de prevenção e proteção contra incêndio (PPCI). Entre as novidades, está a possibilidade de encaminhamento do plano pela internet. De acordo com o tenente-Coronel Cleber Valinodo, chefe do 5º Comando Regional dos Bombeiros, a fila atual tem 680 projetos em Caxias do Sul. A média de espera para liberação chega a 200 dias. É a cidade onde o processo é mais demorado depois da Capital.

Os novos trâmites que entram em vigor nesta segunda buscam agilizar o encaminhamento das demandas.”Antes a pessoa levava o projeto diretamente nos Bombeiros. Agora tem mais uma alternativa para o cadastramento online, para repassar todos os dados para os planos simplificados”, explica o comandante regional. O novo processo vale para imóveis com menos de 750 metros quadrados, caso de um escritório, sala comercial e planos mais simples.

As mudanças foram discutidas pelo 12 comandos regionais em um simpósio realizado nesta semana em Bento Gonçalves. Foram debatidas também medidas internas que possibilitem o melhor aproveitamento do trabalho em função do efetivo defasado dos Bombeiros. No final do mês passado, três quartéis de Caxias do Sul foram fechados por alguns dias em função da falta de pessoal e cortes de horas extras. Na próxima segunda-feira, serão remanejados servidores de Caxias do Sul para Farroupilha para evitar que ele o quartel da cidade fosse fechado, já que a quantidade de horas extras repassadas para o comando não foi suficiente.

A Brigada Militar vai convocar mais de 200 aprovados em concurso na segunda. Serão 39 para os Bombeiros. O comando da Serra ainda não foi informado se receberá parte deste efetivo. Porém, como esta nova leva de nomeados ainda precisará passar por treinamentos, a previsão é de que só comecem a trabalhar no fim do ano. Enquanto isso, a corporação segue enfrentando, todos os meses, as mesmas dificuldades para manter as operações. O quartel da Zona Norte também está com viaturas a menos. O caminhão e uma viatura envolvidos em acidente durante atendimento a uma ocorrência no final de janeiro, seguem aguardando a conclusão de inquéritos técnicos para depois providenciar o conserto.

 


Incêndio atinge prédio na Voluntários da Pátria, em Porto Alegre


Incêndio atinge prédio na Voluntários da Pátria, em Porto Alegre | Foto: Samuel Maciel


 

Um incêndio atingiu o prédio número 160 da rua Voluntários da Pátria, entre as ruas Vigário José Inácio e Doutor Flores, no Centro de Porto Alegre, no início da tarde desta segunda-feira. Cinco veículos do Corpo de Bombeiros foram deslocados para o local para apagar o fogo no segundo andar do edifício, que era o depósito da loja Regrify.

 O trânsito foi fechado na região para o tráfego de veículos. Todas as lojas na quadra da Voluntários, entre a Vigário José Inácio e Doutor Flores foram fechadas. O teto e parte de uma parede do segundo andar caíram, segundo informações da proprietária da loja. Não houve feridos na ocorrência.

 Por volta das 10h já se sentia cheiro de fumaça, mas ela só começou a se espalhar por volta do meio-dia. No início do incêndio houve um corre-corre na área e os comerciantes da região acreditaram se tratar de um arrastão. Antes dos Bombeiros conseguirem controlar o incêndio, um caminhão-pipa disponibilizado pela prefeitura foi até o local para reabastecer os veículos da corporação.

Mudanças na Lei Kiss não agradam ao setor agropecuário

Projeto prevê alteração com classificação conforme tamanho das propriedades, mas entidade pede segundo as atividades desenvolvidas

 Encaminhado à Assembleia Legislativa nesta semana, o projeto de lei complementar elaborado pelo Executivo para modificar a chamada Lei Kiss deve sofrer novas alterações, antes de ser votado, para atender a reivindicações do setor agropecuário. Pela proposta, foram excluídas da exigência de apresentação de Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio (PPCI) apenas edificações no meio rural com área total de até 200 metros quadrados – voltadas exclusivamente à agricultura familiar.

– Esse limite exclui empreendimentos de médio e grande porte, onde está concentrada a produção tecnificada de aves e suínos – exemplifica Rogério Keber, presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa).

Para Kerber, a classificação não deve ser feita conforme o tamanho das propriedades, mas de acordo com as atividades desenvolvidas.

– Esses locais, como aviários, chiqueiros e pocilgas, não têm a presença permanente de pessoas, e muito menos aglomeração. O risco de sinistros nessas instalações é muito baixo – reforça Kerber.

Pela lei nº 14.376, aprovada em 2013 após a tragédia ocorrida em Santa Maria, passou a ser exigido o PPCI também de empreendimentos agropecuários no meio rural. Embora a legislação ainda não esteja sendo cumprida, com fiscalização e punição, as regras levaram insegurança para o setor desde então.

Apesar de reconhecer que as alterações trazem benefícios importantes ao setor primário, especialmente à agricultura familiar, o deputado Elton Weber (PSB) concorda que serão necessárias modificações que não excluam produtores por causa do limite de área estabelecido.

– Avançamos, mas ainda não chegamos no projeto ideal, que atenda na integralidade a realidade do setor – avalia o parlamentar.

Sem regime de urgência, o projeto de lei complementar irá completar os 10 dias de pauta na próxima semana, quando será distribuído nas comissões permanentes para então começar a receber emendas de deputados. Para ser votado em plenário, precisará de acordo de líderes. Até lá, o setor agropecuário tentará sensibilizar os parlamentares da necessidade de mudanças.

FONTE:http://zh.clicrbs.com.br/

Visite nossa pagina no facebook: Click Aqui

Vistoria nos Eucaliptos constata a necessidade de correções e estádio não é liberado

Mesmo com clássico Rio-Nal marcado para 1º de abril, não há garantia de jogo


Vistoria nos Eucaliptos constata a necessidade de correções e estádio não é liberado Germano Rorato/Agencia RBS
 

 
A tão aguardada vistoria dos bombeiros no Estádio dos Eucaliptos foi realizada na manhã desta quinta-feira. No entanto, a notícia não era a esperada pela torcida do Riograndence.
 

Após pouco mais de uma hora de análises, dois integrantes do 4º Comando Regional dos Bombeiros (4º CRB) constataram a necessidade de correções em relação ao projeto (PPCI) apresentado. Com isso, o clube precisará fazer novos ajustes tanto no estádio quanto no PPCI.

Conforme o arquiteto Marcus Coden, que acompanhou a vistoria dos bombeiros nesta manhã, as adequações exigidas são: novas placas de sinalização, substituição de extintores, adequação técnica de corrimãos e guarda-corpos, além de algumas mudanças em relação ao desenho entregue à corporação.

– Já imaginávamos que isso ia acontecer. Não foi nenhum susto. Eles verificaram algumas pequenas divergências no desenho. Estamos trabalhando para a liberação do estádio para o clássico de 1º de abril – afirmou Marcus.   

O Riograndense aguarda, agora, a notificação das correções. Após a realização de todas as mudanças exigidas, o clube precisará entregar o PPCI novamente aos bombeiros.

Somente depois de uma nova análise e da aprovação do projeto é que uma segunda vistoria será remarcada. Não há uma previsão oficial, apesar de o clube estimar a liberação do local para o clássico Rio-Nal da sexta-feira da semana que vem, dia 1º de abril.  

Já no Estádio Presidente Vargas, a casa do Inter-SM, o PPCI segue em análise nos bombeiros e ainda não há previsão de vistoria e emissão de alvará.

Neste domingo, às 17h, o Periquito encara o Guarani-VA no Estádio Edmundo Feix, em Venâncio Aires.

O Inter-SM enfrentará o Pelotas na segunda-feira, às 20h30min, na Boca do Lobo. As partidas serão válidas pela 5ª rodada da Divisão de Acesso.   

 

FONTE: http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/

 

 

MAIS 

Atualizadas AQUI

 

NORMAS  

Leis 

 

(Atualizada até a Lei Complementar nº 14.690/2015)

Estabelece normas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndios nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. 

Altera a Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013, que estabelece normas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndios nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.

Altera a Lei Complementar n.º 14.376, de 26 de dezembro de 2013, que estabelece normas sobre Segurança, Prevenção e Proteção contra Incêndios nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.

 

 

Decretos

 

Estabelece a obrigatoriedade de colocação de hidrantes de combate ao fogo na rede pública de abastecimento de água.

Dispõe sobre o funcionamento dos serviços civis auxiliares de combate ao fogo, de prevenção de incêndios e de atividades de defesa civil.

Regulamenta o Conselho Estadual de Segurança, Prevenção e Proteção Contra Incêndio – COESPPCI, e o Conselho Regional de Segurança, Prevenção e Proteção Contra Incêndios – CORPPCI, de que trata o art. 9º da Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013.

Regulamenta a Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013, e alterações, que estabelece normas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndio nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio Grande do Sul.

Altera o Decreto nº 51.803, de 10 de setembro de 2014, que regulamenta a Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013, e alterações, que estabelece normas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndio nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio Grande do Sul.

Altera o Decreto nº 51.518, de 26 de maio de 2014, que regulamenta o Conselho Estadual de Segurança, Prevenção e Proteção Contra Incêndio – COESPPCI, e o Conselho Regional de Segurança, Prevenção e Proteção Contra Incêndios – CORPPCI, de que trata o art. 9º da Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013.

 

 

Instrução Normativa

 

     Baixa instruções normativas de prevenção e proteção contra incêndio provisórias para aplicação da Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013.

 

 

Resoluções Técnicas

 

Estabelece os requisitos mínimos exigidos nas edificações, áreas de risco de incêndio e no exercício de atividades profissionais, no que tangencia a segurança contra incêndio no Estado do Rio Grande do Sul, até a publicação das Resoluções Técnicas específicas do CBMRS.

Padroniza os termos e definições utilizadas na legislação de segurança contra incêndio do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Sul.

Estabelece os critérios para apresentação do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio das edificações e áreas de risco de incêndio.

Clique aqui para realizar download dos memorias em formato .doc.

Estabelece os critérios para apresentação do Plano Simplificado de Prevenção e Proteção Contra Incêndio das edificações e áreas de risco de incêndio.

Clique aqui para realizar download dos memorias em formato .doc.

Estabelece os critérios para apresentação do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio das edificações e áreas de risco de incêndio existentes, históricas e tombadas.

Estabelece os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência, atendendo ao previsto na Lei Complementar n.º 14.376, de 26 de dezembro de 2013 – Estabelece as normas sobre Segurança, Prevenção e Proteção Contra Incêndios nas edificações e áreas de risco no Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.

Clique aqui para realizar download do Anexo D em formato .doc.

Estabelece os critérios para proteção contra incêndio em edificações e áreas de risco de incêndio por meio de extintores de incêndio portáteis e sobre rodas.

Estabelece procedimentos para aplicação das infrações afetas ao descumprimento das normas de segurança, prevenção e proteção contra incêndio.

Clique aqui para realizar download dos memorias em formato .doc.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente a Normas de Prevenção e Proteção Contra Incêndios, para utilização de tubulação de cobre.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente a Normas de Prevenção e Proteção Contra Incêndios, para utilização de Blocos Autônomos de Iluminação de Emergência.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente a Normas de Prevenção e Proteção Contra Incêndios, quanto a pintura da tubulação hidráulica dos sistemas de prevenção contra incêndios.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente a Normas de Prevenção e Proteção Contra Incêndios quanto a edificações provisórias.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente a Normas de Prevenção e Proteção Contra Incêndios com relação à exigência e procedimentos relativos ao Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA).

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente a exigência da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente ao emprego da escada à prova de fumaça pressurizada em substituição à escada à prova de fumaça.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente à aplicação, pelos Órgãos de Bombeiros da Brigada Militar, da cobrança da Taxa de Serviços Diversos pela prestação de Serviços Especiais Não Emergenciais.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente a Normas de Prevenção e Proteção Contra Incêndios para a instalação de Sistemas Automáticos de Extinção de Incêndios.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, acerca dos conceitos de aumento de área constantes nas Normas de Prevenção e Proteção Contra Incêndios.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, acerca da instalação de sistema automático de extinção de incêndio.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, acerca da exigência de Sistema Automático de Extinção de Incêndio nas garagens situadas abaixo do nível da soleira de entrada e com área superior a 500 m² (quinhentos metros quadrados).

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, acerca da exigência do Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndios – TPCI.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente às Normas de Prevenção e Proteção Contra Incêndio a serem aplicadas em estabelecimentos prisionais e similares.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente às normas de segurança contra incêndio a serem aplicadas em redes e ramais de distribuição de gás natural.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual no 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual no 38.273/98, referente a Normas de Prevenção e Proteção Contra Incêndios para a segurança contra incêndio e pânico em centros esportivos, de eventos e de exibição.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, acerca da dispensa do Sistema Automático de Combate a Incêndios em unidades armazenadoras de grãos, sementes e assemelhados à granel.

 

 

Pareceres Técnicos

 

Estabelece procedimentos acerca de assuntos diversos.

Estabelece procedimentos acerca da compartimentação vertical.

Estabelece procedimentos acerca dos responsáveis técnicos.

Estabelece procedimentos acerca das ocupações destinadas ao armazenamento de óleo lubrificante usado ou contaminado.

Estabelece procedimentos acerca do acesso de viaturas em ocupações residenciais multifamiliares.

Estabelece procedimentos acerca da central de GLP para edificações existentes.

Estabelece procedimentos acerca do PSPCI para as divisões F-11 e F-12 do grupo F.

Estabelece procedimentos acerca do sistema de ferragem antipânico.

Estabelece procedimentos acerca das escadas secundárias.

Estabelece procedimentos acerca dos eventos temporários interditados.

Estabelece procedimentos acerca dos Treinamentos de Prevenção e Combate a Incêndio – TPCI.

Estabelece procedimentos acerca do Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas – SPDA.

Estabelece procedimentos acerca das ocupações das divisões F-11 e F-12, do grupo F.

Estabelece procedimentos acerca das estações de bombeamento de combustíveis.

Estabelece procedimentos acerca das Estações de Tratamento de Água – ETAs.

Estabelece procedimentos acerca da exigência de barra antipânico.

Estabelece procedimentos acerca do emprego da IT 11/2014 do CBPMSP.

 

 

Instruções Técnicas

 

Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros de São Paulo:

Acesso de viaturas na edificação e área de risco.

Resistência ao fogo dos elementos de construção.

Compartimentação horizontal e compartimentação vertical.

Controle de materiais de acabamento e revestimento.

Controle de fumaça.

Conceitos, definições e componentes do sistema.

Controle de fumaça natural em industrias, depósitos e áreas de armazenamento em comércios.

Controle de fumaça natural demais ocupações (exceto comercial, industrial e comercial).

Controle de fumaça mecânico em edificações horizontais, áreas isoladas em um pavimento ou edificações que possuam seus pavimentos isolados.

Controle de fumaça, mecânico ou natural, nas rotas de fuga horizontais e subsolos.

Átrios.

Armazenamento em silos.

 

 

Legislação sobre taxas

 

Dispõe sobre taxa de serviços diversos.

Regula a aplicação, pelos Órgãos de Bombeiros da Brigada Militar, da Lei Estadual nº 10.987 de 11 de agosto de 1997, da cobrança da Taxa de Serviços Diversos pela prestação de Serviços Especiais Não Emergenciais e dá outras providências.

Baixa instruções suplementares ao Decreto Estadual nº 37.380/97, alterado pelo Decreto Estadual nº 38.273/98, referente à aplicação, pelos Órgãos de Bombeiros da Brigada Militar, da cobrança da Taxa de Serviços Diversos pela prestação de Serviços Especiais Não Emergenciais.

 

 Fonte: CBMRS





 
   

 

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Sul informa que a partir da presente data está disponível a consulta on line de PPCI (Plano de prevenção e proteção contra incêndios) para o município de Porto Alegre.
Para verificar o andamento de seus processos já encaminhados e que estão em tramitação no CBMRS, basta acessar no sitehttp://www.cbm.rs.gov.br a aba ‘Segurança Contra Incêndio’, ‘SISBOM-MSCI’, clicar em ‘Consulta PPCI’ e digitar o número do PPCI, ou ainda diretamente no endereço eletrônico sisbom.cbm.rs.gov.br/msci.

Texto: Divisão Técnica de Prevenção de Incêndios do Comando do Corpo de Bombeiros.

FONTE: CBMRS

 


 

Corpo de Bombeiros de Cachoeirinha ganha veículo e equipamentos!


 
 
Corpo de Bombeiros de Cachoeirinha ganha veículo e equipamentos

 

Caminhonete, motosserras e EPIs foram adquiridos pelo município com recursos do FUNREBOM.

 

O vice-prefeito Gilso Nunes e o secretário municipal de Segurança João Paulo Martins entregaram, na tarde desta quinta-feira, 17, um veículo Ford Ranger XL ao comandante do Corpo de Bombeiros de Cachoeirinha tenente André Cunha. Com recursos do Fundo de Reaparelhamento dos Bombeiros (Funrebom), a Prefeitura também adquiriu 8 motosserras, uma motopoda e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), totalizando mais de R$ 135 mil repassados à instituição.

O representante do 8º Comando Regional de Bombeiros, major Humberto Medeiros, explica que a verba do Funrebom é oriunda de taxas e inspeções realizadas pelos Bombeiros do município. “A caminhonete será usada, por exemplo, em situações de alagamento, que necessitam uma viatura maior para rebocar barcos, etc”, destaca. O Corpo de Bombeiros de Cachoeirinha possui dois caminhões, uma autoescada (antiga Magirus) e outros veículos de apoio operacional.

Também participaram da entrega o soldado Sérgio Munhoz, do Corpo de Bombeiros de Canoas, o comandante geral da Guarda Municipal de Cachoeirinha Marcos Soldatelli e a diretora da Secretaria Municipal da Saúde Letícia Gomes.

 

FONTE: http://www.cachoeirinha.rs.gov.br/





Palavras chave: PPCI, PSPCI, ALVARÁ, CORPO DE BOMBEIROS MILITAR, ATENDIMENTO, CACHOEIRINHA, GRAVATAÍ, PORTO ALEGRE, CANOAS, SÃO LEOPOLDO, NOVO HAMBURGO,
LITORAL, SERRA GAÚCHA, EXTINTORES, HIDRANTE, PROJETO, ALARME, LUMINARIAS, PLACAS FOTOLUMINESCENTES, PLANO DE PREVENÇÃO, INCÊNDIO, RENOVAÇÃO, NOTIFICAÇÃO,
NCA, NCI, CORREÇÃO, PROTOCOLO, INSPEÇÃO, RECARGAS, CBMRS, PLANO DE PREVENÇÃ CONTRA INCÊNDIO, APPCI, ALVARÁ, RENOVAÇÃO EXTINTORES, LAUDO, ALTERAÇÃO PPCI